Sistema Jinchūriki

Como se tornar um Jinchūriki

Requisitos para os Players

Para que um personagem possa se tornar jinchūriki, é necessário cumprir alguns pré-requisitos narrativos e técnicos:

  • Patente mínima: geralmente a partir de Jōnin.
  • História coerente: o personagem precisa ter uma narrativa que justifique o por que quer uma Bijū.
  • Participação em eventos/sagas: as Bijū não aparecem livremente, apenas em momentos específicos da trama.

Maestrias Necessárias

O jogador precisa dominar certas habilidades para suportar o poder da Bijū:

  • Maestria em Controle de Chakra: essencial para equilibrar o chakra da Bijū com o próprio.
  • Resistência: para suportar a pressão do procedimento
  • Habilidade Regenerativa: Recupera ferimentos leves em poucos turnos e acelera a cura de danos severos. Também aumenta a recarga de chakra fora de combate.
  • Opcional: Maestria em Kuchiyoses (ajuda a lidar com contratos e vínculos espirituais),
  • Fūinjutsu: necessário para realizar ou resistir ao processo de selamento
  • Ninja medico: Necessário um ninja medico acompanhar pra estabilizar o hospedeiro

Sistema de Bijū 

Descrição

No cenário do RPG, situado após a batalha lendária entre Hashirama Senju e Madara Uchiha no Vale do Fim, o mundo ninja ainda vive em um período de instabilidade e desconfiança. As Bestas com Cauda (Bijū), libertadas e espalhadas pelo mundo, são vistas como forças da natureza indomáveis, entidades hostis que carregam ódio profundo contra os humanos. As vilas, em busca de poder e supremacia, iniciam caçadas brutais para capturar essas criaturas, tentando transformá-las em armas vivas. Esse contexto cria um ambiente de tensão constante, onde cada encontro com uma Bijū pode significar tanto a glória quanto a morte. Os Jinchūriki, humanos que conseguem se ligar a uma Bijū, tornam-se figuras raras e temidas. Receber uma besta dentro de si não é apenas um ato de poder, mas também um fardo: o corpo e a mente são postos à prova, e poucos sobrevivem ao processo. Aqueles que conseguem estabelecer algum nível de vínculo recebem bônus extraordinários, tornando-se guerreiros muito acima da média. No entanto, o caminho até esse poder é árduo, marcado por dor, perseguição e desconfiança das próprias vilas que desejam controlar ou eliminar tais indivíduos.

É importante destacar que, dentro deste sistema, não existe comprovação de que o número de caudas define o poder absoluto de uma Bijū. Todas possuem chakra e força bruta equivalentes, sendo verdadeiras montanhas de energia viva. O que realmente diferencia cada uma delas são seus dons únicos: Shukaku manipula areia e selos, Matatabi controla o fogo azul, Isobu domina a água e os corais, Son Gokū libera lava, Kokuō gera vapor explosivo, Saiken secreta ácido, Chōmei espalha poeira luminosa e insetos, Gyūki usa tinta e tentáculos, e Kurama concentra chakra puro e destrutivo. Cada Bijū possui um modo de chakra exclusivo, uma manifestação única de sua essência, que concede ao Jinchūriki habilidades especiais e estilos de combate distintos. No anime e mangá, a única vez que se discutiu sobre "quem é a mais forte" foi quando Kurama zombou das outras, proclamando-se superior. Porém, essa fala nunca foi confirmada por ninguém além dela mesma. É, portanto, uma demonstração de arrogância, não uma verdade absoluta. Kurama teve mais destaque apenas porque era a Bijū do protagonista, mas isso não significa que as demais não poderiam realizar feitos equivalentes. Dentro deste sistema, todas as Bijūs são tratadas como iguais em poder bruto, e o que realmente importa é a forma como o jogador desenvolve a relação com sua Bijū e explora seus dons únicos.

Assim, ser um Jinchūriki no RPG não é apenas receber um bônus de chakra ou resistência. É assumir um papel narrativo de peso: carregar dentro de si uma entidade que odeia os humanos, lutar contra a hostilidade interna e externa, e sobreviver em um mundo onde vilas e caçadores estão sempre à espreita. O poder vem acompanhado de riscos, e o equilíbrio entre controle e destruição é o verdadeiro desafio.


Sistema de Bônus – Jinchūriki

Reputação

  • Todo Jinchūriki carrega o peso do medo e da desconfiança.
  • Ao se tornar hospedeiro de uma Bijū, o personagem recebe -30 pontos de reputação.
  • Isso reflete o estigma social: vilas e pessoas comuns veem o Jinchūriki como uma ameaça ambulante.

Elo com a Bijū

  • Elo completo:

    • O Jinchūriki recebe 15.000 pontos de chakra ao formar uma ligação plena com sua Bijū.
    • Esse elo representa confiança mútua e cooperação, permitindo acesso ao poder máximo.
  • Elo incompleto:

    • O Jinchūriki recebe apenas 500 pontos de chakra base e um acréscimo temporário de +5.000 chakra em situações de risco.
    • Se o personagem ficar à beira da morte, ele recebe da biju 5.000 de chakra por 5 turnos consecutivos, ao final do 5º turno ele entra em exaustão.
    • Nessa condição, o chakra extra desaparece e o personagem fica com metade do chakra base.
      • Exemplo: se tinha 500 CK e ganhou +5.000, após a exaustão volta para apenas 250 CK.

Manto da Bijū Incompleto

  • Força: 500 kg.
  • Velocidade: 250 km/h.
  • Resistência:
    • Equivalente a rochas.
    • Reduz danos de jutsus Rank C e B em -50%.
    • Resistência completa contra ataques do elemento da Bijū.
  • Narrativa: o manto incompleto é instável, liberando poder bruto mas sem controle total. O Jinchūriki ainda luta contra a hostilidade da Bijū.
  • Sorteio: Ocorre um sorteio de vontade onde é decidido se o Jinchūriki vai perde o controle e ataca aliados, tem 60% de chance de atacar

Manto da Bijū Completo

  • Força: 1000 kg.
  • Velocidade: 800 km/h.
  • Resistência:
    • Equivalente ao aço.
    • Reduz danos de jutsus Rank B e A em -50%.
    • Resistência completa contra ataques do elemento da Bijū.
  • Narrativa: o manto completo representa harmonia parcial. O Jinchūriki já consegue controlar a energia da Bijū e lutar como uma entidade híbrida.

Modo Baryon das Bijūs

  • Força: 1000 kg.
  • Velocidade: 1000 km/h.
  • Resistência:
    • Equivalente ao titânio.
    • Reduz danos de jutsus Rank A e S em -50%.
    • Resistência completa contra ataques do elemento da Bijū.
  • Duração: 3 turnos.
  • Risco: se o modo for mantido por 5 turnos ou mais, ocorre a morte da Bijū.
  • Narrativa: o Modo Baryon é a fusão total das energias vitais do Jinchūriki e da Bijū. É um poder divino, mas suicida: cada uso consome a essência da besta, podendo destruí-la para sempre.

✅ Resumindo

  • Reputação: -30.
  • Elo completo: +15.000 chakra.
  • Elo incompleto: +500 base, +5.000 temporário, risco de exaustão.
  • Manto incompleto: força 500 kg, velocidade 250 km/h, resistência rochas.
  • Manto completo: força 1000 kg, velocidade 800 km/h, resistência aço.
  • Modo Baryon: força 1000 kg, velocidade 1000 km/h, resistência titânio, duração 3 turnos, risco de morte da Bijū.



Bônus das Bijūs

📜 Regras gerais

  • Ao se vincular com uma Bijū, o Jinchūriki recebe:

    • 1 maestria nova e única, sem necessidade de treino.

    • Habilidades da Bijū, incluindo o Manto da Bijū e o Modo Baryon.

    • Chakra bruto: +15.000 CK no elo completo.

Shukaku – Guardião do Deserto

Shukaku não é apenas a besta da areia: ele é o guardião ancestral dos desertos lunares, uma criatura que transcende a matéria comum e manipula a própria essência da areia cósmica. Sua verdadeira natureza está ligada ao vazio e às fendas dimensionais, tornando-o uma Bijū que não apenas controla o terreno, mas distorce a realidade ao seu redor.

Quando um Jinchūriki se vincula a Shukaku, seu corpo é envolto por um manto de areia lunar, que brilha com reflexos prateados e pulsa como se fosse vivo. Essa areia não é apenas defesa: ela é um portal para o desconhecido, capaz de abrir fendas gravitacionais que sugam tudo ao redor. O campo de batalha se transforma em um deserto distorcido, onde cada grão de areia pode se tornar uma prisão ou uma arma mortal.

Maestria: Buraco Negro

  • O Jinchūriki ganha a capacidade de criar buracos dimensionais na areia, funcionando como singularidades gravitacionais.

  • Pode abrir até 5 fendas simultâneas, cada uma com raio de 10 km, sugando inimigos, armas e até técnicas ninjas para dentro do vazio.

  • Uma vez aprisionado, o inimigo pode ser:

    • Esmagado pela gravidade interna, sendo destruído lentamente.

    • Selado eternamente em camadas de areia lunar, como se fosse enterrado em uma prisão cósmica.

  • Área de devastação: até 10 km de espaço distorcido, onde o chão se torna instável e a gravidade imprevisível.


Matatabi – Senhor do Fogo

Matatabi não é apenas uma besta de fogo: ela é a própria encarnação da fusão solar, um fragmento vivo do poder das estrelas. Seu corpo flamejante arde com intensidade comparável ao núcleo de um sol, irradiando energia fervilhante que transforma o campo de batalha em um inferno cósmico. Ao se vincular com Matatabi, o Jinchūriki não recebe apenas chamas — ele se torna um avatar solar, capaz de manipular o fogo azul em sua forma mais pura e devastadora.

O manto flamejante que envolve o hospedeiro não é simples chakra: é plasma estelar, uma energia que consome tudo ao redor e que não pode ser apagada por meios comuns. Cada passo do Jinchūriki deixa rastros incandescentes, e cada golpe físico é acompanhado por labaredas que queimam até o ar.

Maestria: Erupção Solar

  • Os jutsus de fogo azul atingem temperaturas equivalentes ao núcleo solar, capazes de derreter qualquer metal e reduzir defesas a cinzas.

  • Explosões podem devastar até 10 km de raio, como erupções solares que lançam chuva de fogo sobre o campo de batalha.

  • O Jinchūriki pode criar colunas flamejantes que se erguem como miniaturas de estrelas, irradiando calor e luz cegante.

  • Resistência absoluta contra qualquer forma de calor ou combustão: o corpo do hospedeiro torna-se imune a fogo, lava e até mesmo técnicas de plasma.

Isobu – Mestre da Lua

Isobu não é apenas a Bijū das águas: ele é o reflexo da energia lunar, guardião das marés e da escuridão suave que cobre o mundo à noite. Sua essência está ligada ao poder da lua, que rege os oceanos e influencia o destino dos homens. Ao se vincular a Isobu, o Jinchūriki não recebe apenas o controle da água, mas sim o domínio sobre as marés cósmicas, capazes de remodelar continentes e afogar exércitos inteiros.

O manto lunar que envolve o hospedeiro é feito de chakra aquático cintilante, que brilha como reflexos da lua sobre o mar. Esse manto não apenas protege, mas também cria ilusões lunares: os inimigos passam a ver o dobro, confundindo aliados e inimigos, tornando o campo de batalha um labirinto de miragens aquáticas.

Maestria: Maré Lunar

  • Os jutsus de água ganham força equivalente a +1000 toneladas de pressão oceânica, esmagando inimigos como se estivessem nas profundezas abissais.

  • O Jinchūriki pode criar mares inteiros, cobrindo até 15 km de área, transformando o campo de batalha em um oceano vivo.

  • As ondas criadas não são apenas água: elas carregam energia lunar, capazes de distorcer a visão e criar ilusões de duplicação.

  • Resistência absoluta contra jutsus de água: o hospedeiro nunca se afoga, mesmo em mares criados por outros ninjas.

Son Gokū – Chama Verde

Son Gokū não é apenas a fusão de terra e fogo: ele é a própria manifestação da chama verde primordial, um poder que transcende o magma comum e reflete a energia vital da terra em combustão. Seu chakra é uma mistura única de fogo verde e magma incandescente, capaz de remodelar montanhas e transformar campos de batalha em vulcões vivos.

Ao se vincular a Son Gokū, o Jinchūriki torna-se um avatar da terra flamejante, capaz de erguer vulcões inteiros e liberar erupções devastadoras. O manto de chakra verde que envolve o hospedeiro pulsa como se fosse o coração da própria terra, irradiando calor e energia que carbonizam tudo ao redor.

Maestria: Vulcão Verde

  • Combinando jutsus de terra e fogo, o Jinchūriki pode criar até 2 vulcões de 1.000 metros de altura.

  • Esses vulcões entram em erupção, lançando chamas verdes e magma incandescente diretamente contra os inimigos.

  • As erupções podem colapsar até 10 km de área, carbonizando inimigos e devastando o terreno.

  • O fogo verde não é apenas calor: ele consome chakra inimigo, enfraquecendo defesas e corroendo técnicas.

  • Imunidade total contra jutsus de fogo: o hospedeiro não pode ser queimado ou afetado por calor.


Kokuō – Deus do Nevoeiro

Kokuō não é apenas a besta de cinco caudas: ele é o Deus do Nevoeiro, a encarnação da névoa absoluta que cobre o mundo e apaga a esperança dos inimigos. Seu chakra não se manifesta em simples vapor, mas em uma névoa vermelha corrosiva, capaz de queimar e derreter tudo em seu caminho como se fosse ácido. Ao se vincular a Kokuō, o Jinchūriki torna-se um avatar da névoa tóxica, envolto em um manto que distorce a visão, paralisa os sentidos e consome até mesmo as técnicas mais poderosas.

O campo de batalha, quando dominado por Kokuō, transforma-se em um mar de neblina vermelha, onde inimigos não conseguem enxergar, respirar ou resistir. Cada respiração dentro dessa névoa é um risco mortal, e cada passo é acompanhado pela sensação de estar sendo consumido por um veneno invisível.

Maestria: Névoa Tóxica

  • O Jinchūriki pode criar uma névoa envenenada que paralisa os oponentes ao ser inalada, enfraquecendo músculos e chakra.

  • A névoa cobre até 10 km de área, queimando e corroendo tudo como ácido.

  • Pode gerar uma névoa ilusória, capaz de criar miragens e distorções visuais que confundem até os olhos mais poderosos.

    • Sharingan e Byakugan tornam-se inúteis dentro dessa névoa, incapazes de distinguir realidade de ilusão.

  • A névoa pode ser moldada para atacar ou defender, funcionando como uma barreira viva que consome qualquer invasor.


Saiken – Majestade da Maré

Saiken não é apenas a besta de seis caudas: ele é a própria vontade da água, a essência que sustenta rios, chuvas, mares e cachoeiras. Onde há vida, há Saiken, pois o mundo depende de sua água para existir. Seu chakra é viscoso e mutável, manifestando-se como um oceano vivo que pode tanto nutrir quanto destruir.

Ao se vincular a Saiken, o Jinchūriki torna-se um avatar da maré, capaz de conjurar chuvas explosivas e tsunamis de muco corrosivo. O manto aquoso que envolve o hospedeiro pulsa como se fosse o próprio oceano, protegendo-o contra qualquer afogamento e concedendo velocidade sobre-humana na água.

Maestria: Chuva Explosiva

  • O Jinchūriki pode conjurar uma chuva de bolhas sobre uma área de até 10 km.

  • Cada bolha explode ao tocar o solo ou qualquer superfície rígida, liberando uma detonação de 5 metros de raio, capaz de pulverizar inimigos e estruturas.

  • Pode criar uma maré de muco, um tsunami viscoso que se ergue e avança, aprisionando inimigos em sua massa pegajosa.

  • Essa maré cobre até 10 km de área, funcionando como uma prisão líquida que sufoca e paralisa adversários.

  • Resistência absoluta contra jutsus de água: o hospedeiro nunca se afoga, pode nadar em velocidade sobre-humana e até mesmo apagar as chamas negras do Amaterasu, anulando uma das técnicas mais temidas do mundo ninja.

Chōmei – Tecelão Celeste

Chōmei não é apenas a Bijū dos insetos: ele é o Tecelão Celeste, uma entidade que domina o ar e a seda dourada, capaz de transformar o campo de batalha em uma tapeçaria viva de poder. Sua essência transcende o físico, misturando o sopro dos ventos com fios de seda que brilham como ouro celestial. Ao se vincular a Chōmei, o Jinchūriki torna-se um avatar da tecelagem cósmica, capaz de manipular o ar e criar laços que aprisionam, encantam ou destroem.

O manto de seda dourada que envolve o hospedeiro não é apenas defesa: é uma rede viva que se estende pelo espaço, refletindo a luz como estrelas e criando ilusões que confundem até os olhos mais poderosos. Cada fio é uma arma, cada sopro de vento é uma técnica, e juntos formam um arsenal divino.

Maestria: Seda de Ouro

  • O Jinchūriki pode criar 100 laços de seda pura, cada um infundido com pó dourado.

  • Esse pó possui dois efeitos distintos:

    1. Sonífero: ao contato, pode induzir o inimigo ao sono profundo, anulando sua capacidade de lutar.

    2. Explosivo: ao comando, o pó pode detonar, criando explosões localizadas que destroem defesas e aprisionam adversários.

  • Além disso, Chōmei concede a habilidade de criar uma esfera de 1 metro de pó dourado, lançada contra os inimigos.

    • Essa esfera possui o poder de retração de um buraco branco, repelindo tudo ao redor com força colossal.

    • Ao explodir, devasta uma área de até 10 km, empurrando e desintegrando inimigos em massa.

Gyūki – Rei da Arte

Gyūki não é apenas a besta de oito caudas: ele é o Rei da Arte, a encarnação da tinta primordial que deu forma ao mundo. Sua essência é a criação pura — cada traço de sua tinta pode materializar qualquer coisa que exista em sua mente, desde armas e muralhas até ilusões e monstros. Vincular-se a Gyūki é se tornar um arquiteto da realidade, capaz de desenhar e moldar o campo de batalha como se fosse uma tela infinita.

O manto de tinta viva que envolve o Jinchūriki pulsa como se fosse um oceano de criatividade e destruição. Essa tinta não é apenas pigmento: é matéria cósmica, capaz de se solidificar em aço, se expandir como água ou se tornar explosiva como fogo.

Maestria: Tinteiro

  • O Jinchūriki pode criar qualquer coisa com sua tinta, materializando armas, criaturas ou estruturas diretamente de sua imaginação.

  • Explosão cegante: a tinta pode ser usada para ataques explosivos de 5 metros de raio, que cegam e desorientam inimigos.

  • Paredes defensivas: pode erguer muralhas de tinta que defendem contra qualquer ataque por 2 turnos, funcionando como barreiras indestrutíveis.

  • Redemoinhos de tinta: pode criar até 3 tornados de tinta, cada um com 5 metros de largura, que se expandem e atingem uma área de até 10 km.

    • Dentro desses redemoinhos, a tinta manipula a gravidade: inimigos começam a flutuar, perdendo o controle de seus movimentos.

    • Se pegos diretamente no núcleo do tornado, a pressão aumenta exponencialmente, esmagando o corpo até a explosão final.

Kurama – Energia Primordial

Kurama não é apenas a Bijū de nove caudas: ele é a própria explosão primordial, o reflexo da energia que deu origem ao universo. Seu chakra não é apenas força, mas sim a matéria fundamental que molda e destrói realidades. Vincular-se a Kurama é carregar dentro de si o poder do Big Bang, uma energia que transcende qualquer limite humano ou divino.

O manto vermelho de chakra puro que envolve o Jinchūriki pulsa como o coração do cosmos. Cada movimento libera ondas de energia que podem criar ou aniquilar, e cada golpe físico é acompanhado por explosões que lembram o nascimento de estrelas. Kurama não é apenas destruição: ele é criação, capaz de remodelar o mundo com a mesma força que o originou.

Maestria: Big Bang

  • O Jinchūriki pode criar explosões de chakra puro comparáveis ao nascimento de estrelas.

  • Essas explosões atingem uma área de até 10 km, devastando tudo em seu alcance.

  • Jutsus reforçados por Kurama podem devastar até 5 km de raio, anulando qualquer defesa, seja física ou espiritual.

  • O chakra primordial pode ser usado tanto para destruir quanto para moldar: o usuário pode criar campos de energia que reforçam aliados com 500ck ou desintegram inimigos.


Sistema de Fortalecimento do Elo

Fase inicial – Ódio

  • No início, a Bijū odeia o hospedeiro.
  • O chakra é instável, o Jinchūriki só acessa o manto incompleto.
  • Há risco constante de exaustão ou perda de controle.
  • Narrativamente, a Bijū tenta dominar a mente do hospedeiro, criando conflitos internos.

Requisitos para fortalecer o elo

  1. Cenas casuais (15)

    • Interações narrativas entre Jinchūriki e Bijū.
    • Cada cena deve ter 40 linhas, descrevendo diálogos, sonhos, reflexões e momentos de convivência.
    • Objetivo: mostrar compreensão da dor e da história da Bijū.
  2. Cenas de treino (10)

    • Sessões práticas de controle de chakra e uso de jutsus.
    • Cada cena deve ter 40 linhas, narrando esforço físico, falas da Bijū, falhas e progressos.
    • Objetivo: provar que o Jinchūriki pode dominar o poder sem perder o controle.
  3. Maestria de Resistência Mental (obrigatória)

    • O Jinchūriki deve resistir às tentativas da Bijū de dominar sua mente.
    • Cada cena de resistência mental deve ter 40 linhas, mostrando ilusões, tentações e a luta interna.
    • Sem essa maestria, o elo nunca chega ao nível completo.
  4. Proteção mútua

    • Usar o poder da Bijū para salvar aliados ou proteger a própria Bijū.
    • Cada ato de proteção aumenta a confiança.
    • Deve ser narrado em cena de 40 linhas, mostrando a decisão de proteger em vez de destruir.
  5. Vitórias conjuntas

    • Derrotar 2 inimigos poderosos usando técnicas combinadas com a Bijū.
    • Cada vitória deve ser narrada em cena de 40 linhas, mostrando a sincronia entre hospedeiro e Bijū.
    • Essas vitórias contam como provas críticas para o elo.

Progressão do Elo

  • Nível 0 – Ódio: Bijū hostil, apenas manto incompleto disponível.
  • Nível 1 – Tolerância: após 5 cenas casuais, Bijū permite uso limitado de chakra extra.
  • Nível 2 – Respeito: após 10 cenas casuais + 5 treinos, Bijū concede acesso parcial ao manto incompleto sem perde o controle.
  • Nível 3 – Confiança: após 15 cenas casuais + 10 treinos + 1 prova crítica, Bijū libera o manto completo.
  • Nível 4 – Elo completo:
    • Requisitos:
      • Maestria de Resistência Mental.
      • Proteção mútua (pelo menos 1 cena).
      • Vitórias conjuntas (2 inimigos poderosos derrotados).
    • Resultado: Bijū concede acesso ao todos os Modo biju e chakra total (15.000 CK).

Narrativa

Esse sistema garante que o elo seja uma jornada épica:

  • O Jinchūriki começa odiado e rejeitado.
  • Precisa conquistar confiança através de convivência (15 cenas casuais) e disciplina (10 treinos).
  • Deve provar força mental, resistindo às ilusões da Bijū.
  • Precisa mostrar altruísmo, protegendo aliados e até a própria Bijū.
  • Finalmente, deve lutar lado a lado com a Bijū, derrotando inimigos poderosos em vitórias conjuntas.


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